Pirenópolis é daquelas que faz cafuné
março 10, 2018
De passagem por Brasília, viagem louca que resolvi fazer de última hora sem perceber que já não tinha dinheiro na conta nem crédito no cartão, acabei chegando também em Pirenópolis, cidadezinha fofa do interior de Goiás e que fica a poucas horas da Capital Federal. Foram 24h no município, uma amostra grátis que foi o suficiente para despertar o desejo do retorno.
O tom bucólico do local que conserva a sua história principalmente na preservação do conjunto arquitetônico, dá aquela sensação de casa de vó em período de férias depois de ser aprovado na escola.
O romantismo permeia cada canto da cidade, que é bem preparada para receber os turistas. O que não faltam são boas opções para se hospedar, comer bem e comprar presentinhos. Tudo isso sem precisar andar muito. Ficamos (fui com Ana Paula, uma amiga minha) em uma pousada bem no centro, onde tudo acontece.
Por lá, bons representantes da culinária local, regional e internacional. Escolhemos o restaurante Empório do Cerrado, que fica na Rua do Rosário, o endereço mais movimentado da cidade. Apostei em um salmão grelhado ao pesto de barú (uma castanha do Cerrado) e risoto de alho poró. Incrivelmente delicioso. Confesso que o pedido foi com uma boa dose de preconceito, por não conhecer alguns dos ingredientes. O preço de lá é bem salgadinho, mas o resultado superou todas as expectativas.
Senti que conheci pelo menos um terço do que a região tem a oferecer. As cachoeiras são famosas, mas a única queda d'água que vi foi a do chuveiro. Na minha lista de retornos, Pirenópolis está no top five.

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